Natação

 

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A natação compõem o programa paralímpico desde a primeira edição dos Jogos, em Roma-1960, e é uma das modalidades com maior número de participantes. No início, apenas atletas com lesões medulares podiam participar da modalidade e, com o passar dos tempos, o esporte foi se estendendo para outras categorias de deficiência (física, visual e intelectual).

A primeira participação brasileira nos Jogos Paralímpicos ocorreu em Atlanta-1996, nos Estados Unidos, onde Fabiana Harumi Sugimori sagrou-se campeã nos 50m livres (B1), feito repetido em 2004 nas Paralimpíadas de Atenas.

As adaptações são feitas nas largadas, viradas e chegadas. Os nadadores cegos recebem um aviso do tapper, por meio de um bastão com ponta de espuma quando estão se aproximando das bordas. A largada também pode ser feita na água, no caso de atletas de classes mais baixas, que não conseguem sair do bloco. As baterias são separadas de acordo com o grau e o tipo de deficiência. No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

No total, o Brasil já conquistou 102 medalhas na natação em Jogos Paralímpicos, sendo 32 de ouro, 34 de prata e 36 de bronze. É a segunda modalidade que mais medalhas deu ao Brasil nas Paralimpíadas, atrás apenas do atletismo (142).

Classes na Natação

As classes sempre começam com a letra S (swimming). O atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).

O atleta é submetido à equipe de classificação, que procederá a análise de resíduos musculares por meio de testes de força muscular; mobilidade articular e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que, quanto maior a deficiência, menor o número da classe.

Quanto maior o grau de comprometimento, menor o número da classe

1 a 10 – Atletas com limitações físico-motoras

11 a 13 – Atletas com deficiência visual

14 – Atletas com deficiência intelectual

Classificação Oftalmológica

B – Blind

B1: CEGO TOTAL – nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos ou percepção de luz, mas com incapacidade de reconhecer formatos a qualquer distância ou direção;

B2: PERCEPÇÃO DE VULTOS – deficiente visual com baixa visão (AV 2/60 ou CV inferior a 5º);

B3: DEFINIÇÃO DE IMAGENS – deficiente visual com baixa visão (AV entre 2/60 e 6/60 ou CV entre 5º e 20º);

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